terça-feira, março 20, 2007

Ia esquecendo...

A frase de uns 3 posts atrás deve ser minha mesmo. Encontrei ela aqui neste blog, no comecinho. A diferença é que tinha amor no lugar de paixão.

reflexões...

Lendo o meu recente passado, cheguei à conclusão de que já escrevi coisas muito boas. Mas estou me tornando quase monotemática. Como se todos os textos dos últimos meses acabassem passeando sobre o mesmo assunto.
Vi meus planos e expectativas para 2006 (escritos no final de 2005). É engraçado ver como constantemente não cumprimos o que planejamos e sempre algo escapa do esperado ou do desejado.
Certas coisas nunca mudam... "Mas ei, ei, mãe, por mais que a gente cresça há sempre coisas que a gente não pode entender."
Acho que nunca vou parar de tentar compreender a mim mesma... A não ser quando as crianças chegarem. Aí o esforço vai ser para compreendê-las. Mas não sei do futuro, só de planos, que de repente podem nunca se concretizar ou mesmo ser interrompidos por um evento qualquer (toc toc toc: três batidinhas na madeira para afastar o tal evento que interrompe tudo - e que todos especulam, mas ninguém pode ter certeza do que acontece depois). Do passado, sei de cor. E tenho que falar do presente, para seguir meu estilo.
No presente, escrever deixou de ser prioridade. E isso aconteceu há bastante tempo (já voltei ao passado...) Novas obrigações, novas vontades. E novas modinhas de internet também. As pessoas deixaram de se interessar pelo pensamento de estranhos - e era para estranhos que escrevia. Queria que gostassem tanto quanto os conhecidos, por ser bom, não só por amizade (quanta pretensão...) Hoje, nem estranhos nem conhecidos. Acho que só entra aqui alguém que por acaso tenha alguma curiosidade sobre mim, através do orkut.
Continuo de braços abertos. Encontrei o meu caminho, mas um dia ainda me encontro...

Seja Você

Seja Você
Os Paralamas Do Sucesso

Vai sempre ter alguém
Com mais dinheiro, mais respeito
Mais ou menos tudo o que se pode ter
Vai sempre sobrar, faltar
Alguma coisa, somos imperfeitos
E o que falta cega p'ro que já se tem

Eu não te completo
Você não me basta
Mas é lindo o gesto de se oferecer
O que eu quero nem sempre eu preciso
Mas dê um sorriso quando me entender

Seja você
Seja só você
Seja você
Seja só você

A simplicidade das palavras pode ocultar uma mensagem profunda. Ou uma mensagem bem simples que simplesmente chega no momento certo.

Melhor que postar Ouro de Tolo e todo o seu pessimismo...

sexta-feira, março 16, 2007

A paixão é uma lente de aumento.

Às vezes tenho uma idéia genial e fico pensando se realmente a idéia é minha. Muitas vezes nem é... Acabamos lendo ou ouvindo alguma coisa, gostando, esquecendo e depois relembrando. De vez em quando nos apropriamos de uma idéia dos outros, mas sem intenção ou maldade. Isso porque vivemos recebendo diversas influências, de muitas e muitas fontes diferentes. E somos um pouquinho de tudo isso misturado.
Há algum tempo, diziam os deterministas que "o homem é produto do meio". Isso foi muito questionado porque pessoas que vivem exatamente no mesmo meio, sob as mesmas condições, podem se tornar bastante diferentes. Acontece que a coisa não é tão simples assim. O homem é um retrato dos vários meios em que circula, das várias experiências por que passa, dos vários conhecimentos que obtém e das várias pessoas com quem convive (entre outros). Não um retrato de máquina fotográfica, mas um retrato pintado em tela. Cada pintor tem sua própria forma de retratar o que vê. E cada um é pintor de si mesmo.
E a paixão??? Poderia tentar incluí-la nessa história, mas teria que forçar um pouquinho (não muito). Pergunto, então, se alguém já leu a frase do título em algum lugar. Se não, posso dizer que é minha. O que significa não preciso explicar!

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

É engraçado voltar depois de algum tempo. Ver o que pensava, o que continua, o que mudou. Cada texto reflete um momento pelo qual passamos. Como a cabeça estava funcionando no dia XX às tal horas.
Pensei um tempo em fechar isso daqui. Mas não vejo problema em deixá-lo abandonado, como mostra do que fui e, de certa forma, continuo sendo. Um dia dá vontade de voltar e fazer o que estou fazendo hoje.
Em vez de escrever coisas relevantes em meu perfil do orkut, tenho um blog. Que é muito mais perigoso, mas só entra quem realmente se interessar.
Até a próxima (sabe-se lá quando)!!!!!!!

sábado, agosto 26, 2006

Preparem-se para a sessão de auto-ajuda. Fuleiragem! Um dia meu primo Lair Ribeiro me ensina algumas técnicas melhores! Mas a diferença é que aqui é de graça, basta deixar um comentário para afagar um pouco o ego desta que escreve (e acredita que as pessoas se ajudam mutuamente).

360 graus (ou o pau vai comer)

Acho que o pau come aqui no blog!!!
Sabe por quê?
Porque escreveu, não leu, o pau comeu!
(rídículo fazer pergunta pra ninguém)
Sei que hoje o pau vai comer bem muito (seja lá o que isso signifique...)

Sei também que uma daquelas mulheres "burras" da televisão (acho que a Carla Perez) tem uma frase célebre sobre uma guinada de 360 graus. E todo mundo que vê pensa na estupidez dessa frase. Mas não! Uma guinada de 360 graus é uma grande volta em que o resultado é igual ao anterior. É o mudar para continuar o mesmo! É um grande risco de nossas vidas (ou talvez a nossa vontade). Mexer para não mexer. Fazer um grande alarde para ao final permanecer no mesmo lugar.
Sei que a essência não se muda (apesar de não saber muito bem o que é essência). Sei também que nem sempre o novo é melhor, apesar de as pessoas terem ânsia pelo novo. O bom senso em geral é conservador. Mas já dizia um poeta que não lembro o nome que morre lentamente quem não se atreve a uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos. Agora retornar à sensatez depois de ter outras experiências não é de forma nenhuma condenável.
Pois vamos dar guinadas de 90, 180, 270 ou 360 graus!!! Na verdade, acho que a melhor é a de 349°, porque depois de conhecer o diferente, volta-se ao comum com ligeiras adaptações. Ou então, a melhor é a que a pessoa quiser, e pode também não significar nenhum movimento. Pode significar simplesmente aceitação. Pra quê mexer em time que está ganhando??? Há quem responda: "para golear". Cada um faz o que quiser da sua própria vida!!!
E Plutão deixou de ser planeta. Apesar de nunca ter ido a Plutão e nem saber como as coisas funcionam por lá, fiquei morrendo de pena... Mas a vida continua, seja na Terra, seja em Plutão ou em qualquer lugar onde por acaso existir vida.
Amanhã Marte não vai se aproximar da Terra. Isso não passa de um boato! É porque em 26 de agosto de 2003 ocorreu essa aproximação e a estória se espalha todo ano. Mas se quiser olhar para o céu...
Dizem que o céu é o limite! Não sei bem qual é o limite. Mas um limite bem forte é aquele que nós colocamos para nós mesmos. Não posso! Não consigo! Coisas do tipo... No momento em que a gente não nos coloca dificuldades, o mundo colocará, mas pelo menos serão dificuldades reais, e não criadas. Uma coisa é não querer andar porque pode cair. Outra coisa é andar e cair. Certamente terá ido bem mais longe e se recuperará da queda.
Continuo caminhando. Chego ao fim de uma estrada. Comemoro, merecidamente!!! Mas a mesma estrada se prolonga (não era bem o fim), e o caminho nem permite parar debaixo de uma sombra. Correr pelos arredores procurando coisas diferentes, para depois voltar à sombra e em seguida continuar o caminho. Há algo que empurra pra frente. Ou algumas pessoas que puxam. Então o que custa seguir e tentar saltar os obstáculos??? Na pior das hipóteses, uma queda. E a sombra que não foi aproveitada. Mas existe outra lá na frente. Parar? Não parar? Chegando se decide!
O mundo gira muito rápido: leva 24 horas para fazer uma volta em torno de si mesmo. Mas o mundo gira até com relativa calma: Demora 365 dias e algumas horas para fazer uma volta completa ao redor do sol. No final, acho que a velocidade do mundo quem faz é a gente. Precisamos aproveitar todas as oportunidades? Precisamos buscar as oportunidades apenas depois de estarmos muito preparados? Precisamos realmente nos preparar? Aonde precisamos chegar??? Poucos alcançam o topo. Até que altura podemos/precisamos/queremos chegar? Será que uma sombra no meio do caminho não vai ser mais confortável que o destino final?
Prossigo a caminhada. Olhando pra frente. Olhando pros lados. Olhando pra trás. Chegarei aonde devo chegar. Não sei bem que lugar é esse, mas tenho noções. Tenho o mapa na mão. O Mapa não tem grandes detalhes, dá pra se perder e se encontrar de novo, mas leva a algum canto possível. Com certeza, não conduz até Plutão!

quinta-feira, julho 13, 2006

segunda-feira, junho 12, 2006

Grifos verdes

Algumas pessoas são como a correção gramatical do Word. Não enxergam nada além do que é explicitamente mostrado. E aplicam grifos verdes em situações sem buscarem compreender o contexto.

sexta-feira, maio 26, 2006

Farmácia Pague Menos, no centro de Fortaleza. Na entrada, vários daqueles detectores que apitam quando alguém sai com algum produto da loja. Em cima, a frase: "Em Deus nós confiamos." Acho que eles esqueceram de escrever o só.

Fim do mundo

Um dia, o mundo como nós conhecemos vai acabar. Não sei como. Pode ser a colisão de um asteróide, pode ser o crescimento do sol ou pode ser algo que ninguém nem imagina. Nunca saberemos, pois provavelmente já estaremos mortos.
Depois que tudo acabar, começa algo novo. E o novo será formado por partículas do que já existia. Poderá ser completamente diferente, mas sempre vai ter alguma coisa do passado. Mesmo que isso não seja percebido. Mesmo que não existam mais seres capazes de perceber.
O novo, por mais novo que seja, nunca será completamente novo. As idéias, os comportamentos que surgem são sempre baseados naquilo que já existiu, ainda que seja como negação. Nada surge do nada. Aliás, o nada não existe. Nem o novo!

domingo, abril 16, 2006

Às vezes as coisas se ajustam naturalmente. O problema é que às vezes a natureza não dá conta de ajustar as coisas...

quarta-feira, abril 12, 2006

E como não comentar sobre o brasileiro no espaço?
Muita gente criticou o gasto de dinheiro e fez piada com a experiência da germinação de feijões em microgravidade. Mas não há como não lembrar de quando éramos pequenos e a tia do pré-escolar dizia pra gente colocar uma sementinha de feijão num algodãozinho molhado e ver o que acontecia. E o feijãozinho começava a criar raízes, caule e depois morria - a não ser que a mãe colocasse a semente na areia.
O Brasil, nas pesquisas espaciais, é como uma criança de pré-escolar. Precisa de alguém que ajude, que conduza. Mas pode crescer e evoluir. Ou talvez seja como o feijãozinho, que lança as raízes e depois morre, se a mãe não interferir. Sabe-se lá... Se vale à pena investir? Acho que sim. Imagine que daqui a um tempo, em vez de feijões, possam ser levados novos materiais, permitindo a criação de nova tecnologia brasileira. Imagine que talvez um dia o Brasil consiga finalmente lançar seus próprios satélites. Ou talvez nada disso aconteça e essa viagem não passe de uma divertida aventura espacial...

segunda-feira, abril 10, 2006

O jovem de hoje não tem mais sonhos: tem projetos.