segunda-feira, maio 16, 2005
Trabalhos...
De uma hora pra outra deu vontade de escrever. Qualquer bobagem. Qualquer coisa que não seja por obrigação, que não seja a maldita conclusão do trabalho que tenho que entregar amanhã. De manhã. Mais especificamente nove e pouco da manhã. Mas devo levar em conta que tenho que sair de casa umas sete pra assistir à primeira aula. E até comecei, mas não consigo concluir a conclusão.
Tem gente que faz trabalhos e ajeita fonte, espaçamentos, capa, essas coisas que deixam o trabalho bonitinho, só no final. Faço tudo isso no começo como pretexto pra não começar o trabalho em si. Quando chega esse momento de falta de inspiração não sobra mais nada pra fazer, só o que deve mesmo ser feito.
Então acho que é o jeito, né? Se não der certo apareço de novo por aqui.
Tem gente que faz trabalhos e ajeita fonte, espaçamentos, capa, essas coisas que deixam o trabalho bonitinho, só no final. Faço tudo isso no começo como pretexto pra não começar o trabalho em si. Quando chega esse momento de falta de inspiração não sobra mais nada pra fazer, só o que deve mesmo ser feito.
Então acho que é o jeito, né? Se não der certo apareço de novo por aqui.
domingo, maio 15, 2005
Spam
Esse pessoal que espalha vírus e coisas por e-mail está cada vez mais criativo. No começo eram bobagens em inglês como good luck ou hi. Depois traduziram para o português. Agora estão apelando para o sentimento das pessoas. De qualquer espécie de pessoa. Para os solteiros carentes: alguém que quer muito estar pertinho de você. Para os comprometidos inseguros: veja as fotos, claricenobre (o nome da pessoa), você está sendo traída. Para curiosos de todos os gêneros: tenho uma novidade para você. E para homens insatisfeitos com sua potência, o eterno: aumente seu pênis de cinco a dez centímetros. E aí? Cairia em algum desses?
sábado, maio 14, 2005
traduções do orkut
E essas traduções do orkut são uma comédia. Olha isso:
Sorte de hoje:Você tem um equipamento incomum para o sucesso, use-o corretamente.
Nem precisa dizer mais nada!
Se bem que o "publicar postagem" do blogger não fica muito atrás.
Sorte de hoje:Você tem um equipamento incomum para o sucesso, use-o corretamente.
Nem precisa dizer mais nada!
Se bem que o "publicar postagem" do blogger não fica muito atrás.
Rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças mudas telepáticas.
Pensem nas meninas cegas inexatas.
Pensem nas mulheres rotas alteradas.
Pensem nas feridas como rosas cálidas.
Mas oh não se esqueçam da rosa, da rosa.
Da rosa de Hiroshima, a rosa hereditária.
A rosa radioativa, estúpida e inválida.
A rosa com cirrose, a anti-rosa atômica.
Sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada.
E o pessoal agora pegou a mania do Coxinha, personagem morto de falso que inventa os elogios mais criativos para as pesoas quando elas estão por perto e depois, quando elas viram as costas, começa a falar mal. Na verdade, a mania recente é só a de elogios como autarquia, ventilador ligado no três em Sobral e outras coisas do tipo. A de falar mal pelas costas é antiiiiiiiga... Mas isso não vem ao caso. Só digo que um dia desses fui chamada de rosa de Hiroshima. O louco é que isso era pra ser um elogio daqueles que vem junto com um pedido de favor. Virou piada. Ofensa não, porque ofensa se baseia muito mais nas intenções do que na coisa realmente dita. Pra consolar, alguém disse que rosa de Hiroshima era melhor que cravo de defunto. Disse que cravo de defunto representa a morte de só uma pessoa.
Esse povo tá ficando cada vez mais sem noção. Brincando com morte, desastre, desgraças e coisas do tipo. Hoje ouvi a música e me comovi. Mas sei lá, de repente o excesso de seriedade e de noção pode fazer até mal!!!
Pensem nas meninas cegas inexatas.
Pensem nas mulheres rotas alteradas.
Pensem nas feridas como rosas cálidas.
Mas oh não se esqueçam da rosa, da rosa.
Da rosa de Hiroshima, a rosa hereditária.
A rosa radioativa, estúpida e inválida.
A rosa com cirrose, a anti-rosa atômica.
Sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada.
E o pessoal agora pegou a mania do Coxinha, personagem morto de falso que inventa os elogios mais criativos para as pesoas quando elas estão por perto e depois, quando elas viram as costas, começa a falar mal. Na verdade, a mania recente é só a de elogios como autarquia, ventilador ligado no três em Sobral e outras coisas do tipo. A de falar mal pelas costas é antiiiiiiiga... Mas isso não vem ao caso. Só digo que um dia desses fui chamada de rosa de Hiroshima. O louco é que isso era pra ser um elogio daqueles que vem junto com um pedido de favor. Virou piada. Ofensa não, porque ofensa se baseia muito mais nas intenções do que na coisa realmente dita. Pra consolar, alguém disse que rosa de Hiroshima era melhor que cravo de defunto. Disse que cravo de defunto representa a morte de só uma pessoa.
Esse povo tá ficando cada vez mais sem noção. Brincando com morte, desastre, desgraças e coisas do tipo. Hoje ouvi a música e me comovi. Mas sei lá, de repente o excesso de seriedade e de noção pode fazer até mal!!!
segunda-feira, maio 02, 2005
fotos
Fotos podem ser assustadoras. Estarrecedoras. Reveladoras (mesmo quando não reveladas). Podem lembrar o que se quer esquecer. Podem acender o que se quer apagar. Ou acender o que se quer acender mesmo. Eternizam um momento. E divulgam esse momento, mesmo que não faça sentido nenhum para quem não viveu. Fotos podem trazer felicidade, perplexidade, vergonha, aumentar a saudade das pessoas, do passado, daquilo que foi ou que poderia ter sido, mas que nunca será. Tem coisas que não voltam nunca mais. Algumas fotos jogam isso na sua cara com uma força tão grande que assusta. Tem coisas que ainda estão acontecendo, ou não acontecendo, que fotos podem deixar mais claras. Ou até mais confusas. Como este texto aqui.
sábado, abril 30, 2005
Retornando...
Passei um tempo sem querer escrever. Sem ter inspiração ou vontade mesmo, até pensando no porquê de criar uma coisa pra só começar, não levar adiante. Costumo levar as coisas adiante. No dia em que a inspiração vem tento ligar o computador. Ele não liga. Levam pro conserto. E durante o tempo em que ele estava longe, a cada dia surgia uma idéia nova, uma coisa que pensava interessante e que queria compartilhar com alguém (ou com a internet mesmo. Acho que vou colocar um contador por aqui, porque senão penso que ninguém está lendo, só quem comenta. Não vou nem mentir que fico morta de feliz quando leio um comentário...).
Mas agora não lembro mais de nada do que pensei. Então estarei de volta assim que pensar alguma coisa nova.
Mas agora não lembro mais de nada do que pensei. Então estarei de volta assim que pensar alguma coisa nova.
segunda-feira, abril 04, 2005
sábado, março 26, 2005
Reflexos lentos
Tenho reflexos lentos. Sou daquele tipo de gente que vê uma tragédia acontecendo e fica parada, de boca aberta, sem manifestar menhuma reação. Não vi uma tragédia acontecendo, mas senti falta de reflexos. Estava (na verdade estou) fazendo um trabalho enorme, grande mesmo, no computador. De repente o monitor começa a piscar. Paraliso. Algum tempo depois, o computador, a luz e tudo o mais que depende de energia elétrica desliga. Apaga. Faltou luz. Fico pensando que teria dado tempo de sobra para clicar no disquetezinho do Word ou digitar Ctrl + B e salvar o documento.
Passa um tempo, a luz volta, volto a ligar o computador. Para ver o que perdi. E percebo que não perdi quase nada. Tinha salvo o documento há pouco tempo atrás. Milagre? Não! Apenas um reflexo da teoria das compensações (inventei esse nome agora). E o que isso significa? Que cada pessoa tem suas habilidades e suas não habilidades. Para compensar aquilo que elas não conseguem fazer, acabam descobrindo outras saídas. Ou não, né? Às vezes uma pessoa não consegue fazer uma coisa de jeito nenhum!!!
Mas o que isso tem a ver com o caso? Apesar de não conseguir tomar decisões rápidas, sei me prevenir e me planejar. Nesse caso, salvando o documento constantemente. E no final tudo deu certo!
Passa um tempo, a luz volta, volto a ligar o computador. Para ver o que perdi. E percebo que não perdi quase nada. Tinha salvo o documento há pouco tempo atrás. Milagre? Não! Apenas um reflexo da teoria das compensações (inventei esse nome agora). E o que isso significa? Que cada pessoa tem suas habilidades e suas não habilidades. Para compensar aquilo que elas não conseguem fazer, acabam descobrindo outras saídas. Ou não, né? Às vezes uma pessoa não consegue fazer uma coisa de jeito nenhum!!!
Mas o que isso tem a ver com o caso? Apesar de não conseguir tomar decisões rápidas, sei me prevenir e me planejar. Nesse caso, salvando o documento constantemente. E no final tudo deu certo!
sábado, março 19, 2005
Nave mãe se despedindo da Terra...
Essa espaçonave cheia de luzinhas coloridas só me lembra a nave mãe da Xuxa. Tudo bem, são cores diferentes, tudo diferente, mas lembrei. Algum problema?
Pois bem, o primeiro post de um blog costuma ser alguma coisa meio de apresentação. Quer dizer, nem sei como o primeiro post de um blog costuma ser. Na verdade ele dificilmente é lido. Então vou fazer do jeito que eu quiser, uma coisa meio de apresentação.
Eu sou Clarice, tenho 20 anos, estudo, trabalho, escrevo há uns 2 anos e meio no blog coletivo Soltando Umas e quando tenho preguiça de fazer qualquer coisa de útil (a maior parte do tempo livre) e não tem nada interessante na TV venho para o computador. Já faz um bom tempo que tenho planos distantes de criar um espaço só pra mim, que tenha a minha cara (apesar de que essas bolinhas coloridas desse template estão longe de ter a minha cara, mas acho que um dia eu mudo). O nome vem desde o início, do tempo em que eu tinha um projeto de cultivar várias personalidades, cada uma delas postando com um nome dependendo de sobre o que ela iria falar. Arquivei esse projeto porque enfim tenho mais o que fazer (e imaginem o trabalho que ia dar)! Agora que a necessidade de ter algo só meu voltou resolvi aproveitar o nome.
Espaçonave. Na verdade, pensei em várias possibilidades de nome, astronave, espaçonave, ônibus espacial, disco voador, avião, até fusquinha. Não acreditei que iria conseguir na segunda tentativa. Acho que as pessoas não tentam as palavras mais óbvias por não quererem levar um não. Mas não de computador nem machuca... Sobre o nome, queria alguma coisa que representasse viagens distantes. Apesar de que estou viajando cada vez menos (me refiro a viagens mentais). Mas não tem problema. Talvez eu atraia adoradores de jornada nas estrelas, mas espero que eles gostem de mim. Espero que você goste de mim, apesar de saber que talvez não exista você. Você, herói, aquele que conseguiu ler o primeiro post de um blog, e logo do meu! E logo uma enorme apresentação! Pois esta sou eu!
Pois bem, o primeiro post de um blog costuma ser alguma coisa meio de apresentação. Quer dizer, nem sei como o primeiro post de um blog costuma ser. Na verdade ele dificilmente é lido. Então vou fazer do jeito que eu quiser, uma coisa meio de apresentação.
Eu sou Clarice, tenho 20 anos, estudo, trabalho, escrevo há uns 2 anos e meio no blog coletivo Soltando Umas e quando tenho preguiça de fazer qualquer coisa de útil (a maior parte do tempo livre) e não tem nada interessante na TV venho para o computador. Já faz um bom tempo que tenho planos distantes de criar um espaço só pra mim, que tenha a minha cara (apesar de que essas bolinhas coloridas desse template estão longe de ter a minha cara, mas acho que um dia eu mudo). O nome vem desde o início, do tempo em que eu tinha um projeto de cultivar várias personalidades, cada uma delas postando com um nome dependendo de sobre o que ela iria falar. Arquivei esse projeto porque enfim tenho mais o que fazer (e imaginem o trabalho que ia dar)! Agora que a necessidade de ter algo só meu voltou resolvi aproveitar o nome.
Espaçonave. Na verdade, pensei em várias possibilidades de nome, astronave, espaçonave, ônibus espacial, disco voador, avião, até fusquinha. Não acreditei que iria conseguir na segunda tentativa. Acho que as pessoas não tentam as palavras mais óbvias por não quererem levar um não. Mas não de computador nem machuca... Sobre o nome, queria alguma coisa que representasse viagens distantes. Apesar de que estou viajando cada vez menos (me refiro a viagens mentais). Mas não tem problema. Talvez eu atraia adoradores de jornada nas estrelas, mas espero que eles gostem de mim. Espero que você goste de mim, apesar de saber que talvez não exista você. Você, herói, aquele que conseguiu ler o primeiro post de um blog, e logo do meu! E logo uma enorme apresentação! Pois esta sou eu!
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